domingo, 29 de junho de 2008

Dois dias na semana


Sete dias na semana, quatro semanas em um mês e doze meses em um ano. Dividir o tempo em períodos poderia ser divertido e educado, porém o estilo de vida que criamos não quer saber de verdades e mentiras.

Uma aula após a outra, encontros e reencontros, quem tem tempo para pensar? Se depois de segunda vem terça, espero pela quinta véspera de sexta. Escrever e sem nem mesmo ninguém para ler.

Hoje é terça, hoje é dez horas da manhã, hoje é um minuto para hoje. Viver nos sonhos é como trancender o hoje, difícil é lembrar de amanhã.

Escrevo, o tempo e o espaço, afinal, se comportam como metáforas quebrando na razão. São merdas de quem não tem mais o que fazer, ainda sim sei que escrever é apenas registrar em palavras uma história que é o hoje e que deixa de ser ontem e amanhã.


Um dia, dois dias na semana, no mês, no ano. Não é física quântica, nunca foi. Na verdade, talvez seja. Isso vai depender de cada um, porque se possível fosse de verdade não estariamos discutindo a tanto tempo.

Balada do Soldador


O Soldado da dor acorda toda manhã e joga dados de dúvidas dormentes. Deixa sua casa de forma melancólica, com um gosto de cólica sentida pela esposa católica.

O ponto de ônibus é o primeiro momento de sonhos dormentes. Vê a vida passar, o ônibus se atrasar, mas nunca deixa de pensar que apesar de não cantar, sua vida não há o que mudar.

No balanço matinal, faz sinal, mesmo sabendo que o companheiro usual não carece de estimulo mental.

A cidade não cede, como vultos de ansiedade, descobre que não faz parte da maldade que se vende.

Na freada brusca da busca de uma nova piada sem graça, deixou a couraça de trabalhador e foi parar na praça como Soldado da dor.

Girando em torno do sol, viu que na inércia a vida não perde o ritmo do carbono sem nexo nem concordância.

A covardia que alimenta Maria não permitiria que o bravo soldado abandonasse o que mais queria, sem saber o que depois viria.

Dúvida que não mais duvida, conhece a vida e não quer mais perguntas de quem ainda sofre por mortes não vividas.

O Soldado da dor trabalha sem cor para esquecer que o amor não é solda que une metais, mas sim fogo que une animais.

Com minha Voz


Minha Vó não quer saber de galeria
Minha Vó escreve poesia
Minha voz, é a sua agonia

Minha Vó caminha só
Minha Vó não sabe Português
Minha voz, é como Javanês

Minha Vó come cores
Minha Vó vive pelas flores
Minha voz, é de amores

Minha Vó não chora
Minha Vó continua só
Minha voz, ora, é sofrimento

Minha Vó nunca quiz nada
Minha Vó trabalhou calada
Minha voz, é que nunca pegou em enxada

Minha Vó fez da vida tragédia
Minha Vó é da classe média
Minha voz, é anarquia aristocrática

sexta-feira, 27 de junho de 2008

GERAÇÃO HONORÁRIA





Eu só quero ser cowboy psicodélico, andar pelas ruas da cidade, explorar a propriedade. Não tenho fazenda e não sou herdeiro. Só queria ser fazendeiro psicotrópico.

Rock rural é para marginal que não sabe distinguir que o mal da sociedade esta na cidade de quem anda sem ter piedade do animal alienado de botas. A procura de identidade, fugindo da verdade.

Você não é herdeiro, seu berço de madeira não tem titulo de cidadão honorário. Quem calça botas não percebe que na suas costas vive um cowboy psicodélico as suas custas.

Sua ação é revolução, sua vida movida por falsa sensação de glória e poder, de quem faz paródia de um querer sem perceber que o peão é você.

Senhor de engenho você não é, a floresta de concreto e aço lhe pertence, o castelo quem construiu foi seu pai, que não sabe quem é racional e acredita no velho evangelho.

Zappa, Jaco, Jimi e John. A decadência do império da América do norte abre espaço para a revolução ultrapassada da América latrina de Gino, Marrone, Hudson e Sorocaba.

Cultura popular para um povo de celular. Raízes desvirtuadas pelo crediário das Casas Bahia. Vendo a atitude de uma geração da mesada.

A terra herdada desconstruindo as estruturas atacadas. A revolução nunca foi social, embora individual, quem quer ser igual não se ligou que todo animal deixou de ser racional.

O cowboy psicodélico constrói o discurso progressista, comunista, parasita. No universo dos otários o máximo a se esperar é saber que eu não quero ganhar.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

LonZOsalaDA

Helicoptero? Lage? Atirador de Elite? E o principe veio mesmo.


*mais fotos dos bastidores da visita do principe no meu orkut.
*fotos Ivan Nishi

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Hora de Acordar

Tenhos os brincos que não foram

Parar nas favelas como damas

Brancas de noite de excitação

Você não precisa se preocupar

Como o prego da cruz que te presenteia

Ninguém pleiteia por isso

Ela vai, ela vem. Como você

E alguém que sempre vai estar lá

Assim e assim sempre há de ser

Brinco dos jogos de marcos

Na vida de uma angustia que

Vira diversão sem perdedores

Dois tapinhas nas costas, dois tiro na madrugada.

Um corpo entorpecido

Pelo prazer da indiferença

Descubra o meu segredo, ainda

Tenho os brincos guardado

Como objeto amargo do desejo

Quem me dera sentisse culpa

Pela moral imoral que cria o

Animal ilegal da realidade

Brinco com você, enquanto ouço.

A decadência do homem. Canto

E manipulo as palavras para o santo

Apenas um roçar, sem alimentar

O peso da traição. De que adianta

Criar a ilusão se melhor ~e sacanear

Vingo, vendo, venerando. Mostrando

Para elas que mesmo sendo. Ainda

Estão querendo o mesmo de sempre

Trancada no banheiro, presa pelo

Paradoxo da ilusão criada pela

Realidade fantástica do mundo das damas

O veneno na boca da cobra não mata

A cobra ‘e o próprio veneno

Que ignora que a maçã ~e a semente

O brinco esta comigo

O cheiro e a mente estão em

Mim, como o veneno contamina a maçã

Você vai entender que ela sempre

Será sua. Enquanto se ser, tudo

Será seu, tudo ~e você

Deixa eu ser e crer na mentira

Que cada um de nos criamos

Para continuar a sonhar

Meu sonho ~e realidade, minha

Realidade ~e um sonho. De que adinata acreditar,

Se ainda não ~e hora de acordar


Ney eu, Ney vc!

bn


Quem me dera sentisse culpa
pela moral imoral que cria o
animal ilegal da realidae



*fotos 7777nishi
*texto 7777nishi

quinta-feira, 19 de junho de 2008

IMIM 100

100 mim, 100 tu, 100 ela, 100 ninguem!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

urGENTE!


A mente sem o corpo não é nada
Ivan says:
o corpo sem a mente não é nada
Ivan says:
a semente que dá o corpo é
Ivan says:
a mentira que mente para a mente
Ivan says:
A gente mente constantemente
Ivan says:
o corpo quente não é permanente
Ivan says:
e sente o que a mente
Ivan says:
não esquece e descende
Ivan says:
Carente é aquele que crê
Ivan says:
no corpo e esquece a mente
Ivan says:
sente, enfrente, compreenda.

Reconstruindo Fernanda






Velórios são interessantes, no mínimo. Talvez porque, apesar de tudo, nossa vida seja um grande velório. Ouviram por ai que o nascimento não deixa de ser apenas o começo da morte. Foi num desses eventos espetaculares da vida, ou da morte, como queira, que conheci minha prima de segundo grau. Menina esperta, de quem eu fiz uma inspeção craniana, que revelou algo diferente. Seu nome, Fernanda Kaori Nishi.

O show da Fernanda Takai no Cabaré do FILO que rolou na sexta-feira (13-06) vai complementar meu texto. Apesar de não ser minha prima, fez um show bem legal. E como ela mesma disse durante o show “não! Eu não vou tocar musicas do Pato Fu !”.

E não tocou mesmo. Cantou todas as musicas de seu álbum solo “Onde Brilhem os Teus” 2007. E mais algumas outras que eu não me recordo. Nunca vi a Nara Leão cantando ao vivo, mas não há como negar o trabalho bem feito de Fernanda.

A Fernanda, Takai, tem todo aquele jeito malandro de ser, ‘e, malandro mesmo. Daquele tipo que sabe tudo o que esta fazendo, cada gesto, cada sorriso, cada minuciosidade que somente as mulheres são capazes de ser.

Mas voltando ao assunto, que hoje eu queria falar sobre Fernanda. A voz da Fernanda, Kaori Nishi, me disse alguma coisa, disse mesmo. E não ‘e só uma questão de nome, ou será que ‘e?

Para você Fer!!


*fotos: 7777nishi

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Sem Anus II


Salve jeremias! Salve simpatia! Salve a pirataria!

Sem Anus


Salve Dom Sebastiao! Salve o Coringao! Salve Marcao!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Paralelismo Universal


Ali ainda vive a mesma pessoa que um dia deixou sua marca.

Universos Paralelos: futuro e presente, passado e futuro, presente e passado.

Atravessei a porta...

Sim! Vera! Sim!


Gostaria de aproveitar a oportunidade para registrar algumas queixas que venho internalizando durante toda a minha vida. Muito me inspirou a belíssima carta publicada na Folha de terça-feira, 10 de Junho. Um gesto louvável e raro em nossa sociedade individualista, que apesar de se-lá, sempre será.
Aproveitando o ambiente revolucionário, gostaria de deixar o seguinte registro:
1)não Matem as Pombas
2)não Matem os flanelinhas
3)não deixe a Zona Azul
4)não aos fumantes
5)não aos não fumantes
6)não a ironia
7)não a seriedade
8)não a corrupção
9)não fiquem parados na minha frente
10)não seja realista
11)não sonhe, não pense
12)não leia, não sinta
13)não sente, não comece
14)não diga sim
15)não comece nada
16)não viva,
17)não coma carne viva
18)não! Vera! não!

domingo, 8 de junho de 2008

...


Estudar, trabalhar, vencer, ser feliz, acumular, conhecer, sobreviver... Todos esses verbos criam o sentido que damos para viver.No final, apenas palavras.

Uma coisa eu sei, decidi que verbos se remetem a uma reação que dependem de uma ação para que passem a assumir um estado de existência. Isto é, não são nada enquanto não o fazem ser.

Mas, isto tudo ainda continua a ser palavra. Por isso, caro leitor, não me importo com a sua opinião nem tampouco espero que goste (a defensiva é a melhor ofensiva), aproveito o momento para dizer que se ainda insisto, é por acreditar idiotas ainda existem e tem tempo para ler. Que escrever é criar o meu mundo, o meu sentido para tudo isso.

Obrigado, leitora, essas palavras vazias e sem nexos são para as mulheres, as MuSaS que permitem que os Homens despertem para a realidade. A realidade de que apesar de todo jogo de futebol ser incrivelmente bizarro e divertido, de que estudar e vencer na vida pode não ser fácil, mas que você sabe todos os passos a seguir. Tudo isso não importa, porque as musas de todos os Homens continuaram a ser todos os motivos para que ainda continuem a fazer o que não fazem.

Ria, condenado !




Muito se ouve por aí discussões sobre o passado, sobre política, sobre falta/excesso de liberdade, futuro e ciência. Essas coisas. Sim, coisas, coisas que se perdem no tempo, coisas que se perdem nos paradoxos, coisas que se perdem na ética,coisas que se perdem na gramática, coisas que se perdem na redundância de idéias e conceitos, retomados e destomados, de palavras e discursos infinitos. Mas, uma coisa é certa. Certo pode ser que não seja, nem mesmo que seja alguma coisa, pois só seria certa se fosse coisa. Toda essa conversa é, para dizer que pode haver um fim, muito engraçada.
De vez em quando eu me imagino dentro dessas discussões e fico imaginando o que poderia estar pensando aquela pessoa sobre tudo aquilo. Esses dias, pensei como seria ser um crente evangélico. Minha visão de "crente" é estritamente restrita aos fiéis que vivem circulando pela cidade com biblias nas mãos, e duas amigas minhas crentes que pegavam ônibus comigo.
O inferno, já disseram por aí são os outros. Mesmo porque na minha mente fragmentada o inferno nunca foi meu nem deixou de ser. Mas, se na minha mente crente, eu assistise uma peça do FILO ficaria completamente ofendido e teria a certeza de que estamos aqui na terra preso pela ilusão, sendo enganados por artistas que nos distraem da verdade que jesus cristo nos deixou.
Sabe, bem eu até que queria acreditar nisso. O inferno pode ser aqui, pelo menos eu vejo o Diabo e rio da cara dele! Ou será que é ele que ri da minha cara?

sábado, 7 de junho de 2008

L’ORATORIO D'AURELIA ou A VAGINA DE CHAPLIN



L’ORATORIO D'AURELIA

Actress and illusionist, grown up by the school of her mother Victoria Thierrée Chaplin and of her father Jean Baptiste Thierrée, founder of the famous Cirque Invisible, Aurélia Thierrée is the charming and charismatic protagonist of an oneiric and figurative visual patchwork.
In Aurélia’s world nothing is really what it seems to be. Dreams become true, furniture alive, clothes fly, toys tell stories. Each object responds to secret rules of an upside-down world. Monsters, puppets and extraordinary creatures move in this realm of music and fantastic images, speaking to an audience not afraid of dreaming.

http://www.changeperformingarts.it/thierreechaplin/oratorio_photos.html

http://cactodacracatoa.blogspot.com/2008/06/loratorio-daurlia.html

sexta-feira, 6 de junho de 2008

http://www.fotolog.com/7777nishi

Você se olha no espelho com que frequência?

Sei lá, acho que eu não me olho tanto assim. Quando eu morava em Maringá, o único espelho da República era daqueles pequenos, laranja, bem style. Eu lembro que o Dilon, tinha problemas com espelho, ele cumpria um ritual tosco que sempre antes de nos irmos para o RU o infeliz tinha que ficar se ajeitando que nem um jeca na frente do reflexo da porta da sacada. O Dilon é uma figura peculiar. Nessa época eu tinha um Fotolog, aliás, ainda tenho. O fotolog devia servir como um espelho, se isso já não diz tudo, não posso ser mais direto.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

POTOCAS, PETAS E LOROTAS




Não é preciso divagar muito para perceber o estado em que a sociedade se encontra. Basta observar que de repente ficou normal e até mesmo rotineiro encontrarmos criancinhas mortas, jovens estranguladas, indigentes viciados em crack, playboys inconseqüentes dirigindo seus brinquedinhos e sem falar na política, que não sei como acaba na revista Playboy. No entanto, o que faz falta mesmo é a boa e velha potoca. Quando foi a última vez que você se deparou com uma potoca, daquelas bem cabeludas mesmo, que ninguém é capaz de acreditar? É, estamos em crise. Aquela peta, bem feita, trabalhada, rapidinha ou demorada, está cada vez mais difícil de ser encontrada.
Ainda é possível achar alguma lorota nos bares da UEM exibindo-se em meio a cervejas e batatas fritas. Mas o que me faz escrever esse texto é a abordagem que recebi esses dias voltando para casa. A pessoa surgiu do nada e já veio me abordando. “Por favor, você não teria 1,00 R$, 0,50 R$ para me dar não? Eu vou ser sincero com você, não é para comprar comida nem nada, mas é para inteirar meu galãozinho de pinga mesmo...”
Foi triste ouvir isso, onde é que foi parar aquela estória triste de vida, do lar abandonado, dos dias sem comer ou mesmo do pedir para não roubar? As mentiras do dia-dia não existem mais. A sociedade mudou o que vale agora é a transparência. Faça o que quiser, mas não minta.
Recorrendo ao AURÉLIO, procurava algum sinônimo que pudesse salvar a mentira. Contudo, encontrei: 1. Ato de mentir; Impostura, fraude; peta, potoca, lorota. 2. Engano dos sentidos ou do espírito; erro, ilusão. O indivíduo e sua sinceridade do SÉC XXI, praticamente destruiu aquilo que de melhor os portugueses deixaram de herança. Antes o indivíduo contasse uma mentira. A ilusão, o engano dos sentidos e a beleza da língua portuguesa seriam preservados e todos sairiam felizes.
Agora, a verdade, tem o compromisso com o real, o exato. Ela afirma que o ser humano que está pedindo algumas moedas não está com fome nem quer saber de um prato de comida, ele apenas quer algum dinheiro para comprar uma garrafa de pinga e ficar bêbado. A verdade não é ilusória, porque você sabe que a pessoa que lhe pede uns trocados não está nessa situação simplesmente pelo fato de ser um vagabundo qualquer, ele é conseqüência da mesma sociedade que mata criancinhas e faz discursos hipócritas sobre um falso moralismo.
Potocas sempre serão encontradas, é claro. Porém, a verdade é cruel e difícil de ser enfrentada. Melhor seria se pudéssemos ficar na ilusão de espírito, esperando que uma força suprema resolva todos os problemas da sociedade, e há quem acredite. Ou ainda, que ela seja desmascarada e nos percebamos que a verdade não passava era de uma peta muito bem feita.

Quizomba - 01/06/08 - domingo - Escola de Circo



Era algo sobre ler ou deixar de estudar, não lembro, algo sobre o trabalho do ócio e o ócio do trabalho. Domingo no Quizomba, após a oficina de percussão muito loca, rolou uns lance de recitar poema e paradinhas desse tipo. Lembro que um maluco recitou um poema de Fernado Pessoa e outros autores que não sei se vou lembrar.

Du Caralho! Puta lance legal, mas como tudo na vida, sempre falta alguma coisa. A satisfação começa e termina nela mesma. Para isso nada melhor do que opiniões sensatas e de peso. Fui falar com o Gaucho, que colocou o carro em cima do canteiro da Higienpolis uma vez, é era um Gaucho o cara que colocou o fiesta vermelho lá. Ele, bebendo, considerou tudo uma merda. Uma merda que não faria sentido enquanto alguem não subisse ao palco e recitasse os versos de Fada! Claro que deixou de lado os complexos versos de Créu, estes somente compreendidos pelas diversas análises estruturais, utilizando métodos linguísticos complexos de origem cartesiana, fazendo referenciais kantianos.

No entanto, as rodinhas de confraternização social, demonstraram que mesmo Créu seria compreendida.

Quando Parei de Me Preocupar Com Canalhas ou O Parto.



O Parto

Hoje estava escutando na Universidade FM uns lances sobre Teoria do Caos, Complexidade, ciência e tudo mais no Universo...

Como o malucão lá falou, as crises duram o tempo que elas tem que durar. E crises existem simplesmente porque elas existem.

Claro que é muito menos complexo do que isto, aliás é tão simples que até engana gente que pensa que é inteligente, carentes.

Quando você percebe o quanto é idiota, descobre que o idiota sempre foi você. Não se preocupe, de idiotas o mundo está farto!

quarta-feira, 4 de junho de 2008

FIM


E a nossa história começa do fim. Nossa história? Tudo bem então vamos começar a finalizar o texto, afinal nínguem começa nada sem pensar no fim. O fim, afinal, é ou não é um começo de outro novo fim? Finalmente decidi começar a escrevar um blog. Depois de infindáveis discussões sobre o fim, descobri que o fim é um começo de outro fim. O finado do meu tio finalizou sua peça esta manhã, depois de 73 anos deu um fim na música e foi tocar em outro lugar a infinita sintonia com fim. Tem gente que finge a vida inteira e acaba sem fim, seu fim não tem começo, só fim.
E o final da história termina em você.